Bulimia

A bulimia corresponde a um ciclo em que primeiro nos sentimos compelidos a comer muita comida e, depois, nos tentamos livrar dos efeitos de termos comido muito.

Quando temos bulimia podemos comer compulsivamente (ou seja, grandes quantidades de uma só vez), passar fome depois de comer, vomitar o que comemos ou usar laxantes, pensar constantemente em comida, comer às escondidas ou pensarmos que temos peso a mais.

Como o peso não se altera muito e as pessoas com bulimia tentam esconder os seus comportamentos, este problema não é muito visível ou fácil de identificar. Contudo, os seus efeitos na saúde física e psicológica são graves.

Existem tratamentos eficazes para as perturbações alimentares, que nos permitem levar uma vida normal e saudável. Se come compulsivamente e depois se tenta desfazer dessa comida, procure ajuda.

Paranóia

Todos nós ficamos desconfiados e temos pensamentos irracionais de vez em quando. Todos nós já pensámos que alguém estava a olhar para nós ou a falar mal de nós pelas costas. Podemos ter medo que alguma coisa má aconteça, pensar que os outros nos querem fazer mal ou são responsáveis por coisas negativas que nos acontecem ou acreditar em coisas que não têm fundamento.

Estes receios são paranóides quando são exagerados, não existem evidências de que são reais ou verdadeiros e perturbam a nossa vida quotidiana. Por exemplo, se temos uma família que nos ama e nos apoia, pensar que um membro da nossa família nos quer fazer mal pode ser considerado irracional e paranóide. Mas se temos problemas com a nossa família e já alguém nos ameaçou no passado, ter receio que alguém nos faça mal pode ser uma reacção racional a uma situação difícil.

Quando temos pensamentos paranóides estamos sempre alerta, acreditamos que os outros estão constantemente a tentar enganar-nos ou prejudicar-nos. Duvidamos da lealdade dos outros e não lhes confiamos informação pessoal, com medo de que ela possa ser usada contra nós. Encontramos significados escondidos naquilo que nos dizem, temos uma atitude defensiva e reagimos com zanga quando nos sentimos atacados.

Estes pensamentos têm um impacto significativo na nossa vida. Podemos sentir-nos ameaçados, aterrorizados, confusos, frustrados, zangados, isolados, exaustos de nos estarmos constantemente a preocupar. É frequente desconfiarmos de outras pessoas e organizações; alguns dos pensamentos paranóides mais graves envolvem acreditar que estamos a ser perseguidos. Pode ser difícil manter relações, concentrarmo-nos ou dormir. Podemos ter sintomas físicos de ansiedade ou ataques de pânico.

Ter pensamentos paranóides pode fazer-nos sentir isolados e achar que os ouros não nos compreendem nem acreditam em nós. A longo prazo a paranóia pode conduzir ao desenvolvimento de outros problemas de saúde mental como a ansiedade e a depressão.

A paranóia não é uma doença, mas um sintoma de problemas de saúde mental, como a Esquizofrenia Paranóide ou a Perturbação Paranóide da Personalidade.

Existem tratamentos eficazes para a paranóia. É possível não voltar a ter pensamentos paranóides ou aprender a lidar com eles de forma a não gerarem sofrimento. Se reconhece estas características em si próprio ou em alguém e elas interferem com a sua vida, procure ajuda.

Stress Laboral

O trabalho é uma parte importante da nossa vida: permite-nos não só ter uma fonte de rendimento, mas também atingir objectivos pessoais e construir relações com outras pessoas. Com a precaridade que caracteriza o mercado de trabalho actual, o simples facto de termos um emprego já pode ser motivo de satisfação.

 

No entanto, o emprego também traz um conjunto de pressões e ansiedades, constituindo uma fonte de stress. O stress originado pelo trabalho explica, aliás, mais de metade das faltas ao trabalho e é o segundo problema de saúde relacionado com o trabalho mais reportado na Europa, afectando quase um em cada três trabalhadores.

O stress no trabalho pode ser provocado por diversas situações. Por exemplo, ter demasiadas coisas para fazer em pouco tempo ou não ter nada para fazer, ter um trabalho muito exigente ou demasiado fácil, a pressão dos prazos para cumprir, os turnos, a falta de controlo sobre o que fazemos e como fazemos, as más condições de trabalho (muito barulho, pouca luz, equipamento ou mobiliário desadequados), falta de apoio por parte da gestão, conflitos com os superiores hierárquicos, poucas expectativas de crescimento e de aumento do salário, medo de ser despedido, más relações com os colegas de trabalho, falta de equilíbrio entre o trabalho e a vida familiar.

Os sinais típicos de stress no trabalho incluem, a nível físico, cansaço, aperto no peito, indigestão, dor de cabeça, alterações do apetite e do peso, dores nas costas. Podemos ainda sentir-nos “em baixo”, irritáveis, ansiosos, indecisos, desmotivados, com dificuldades de concentração, isolados ou agressivos. Podemos experimentar alterações do humor e aumentarmos o consumo de tabaco e álcool.

Ainda que algum stress seja normal, em excesso, o stress no trabalho pode interferir com a nossa produtividade e estar na origem de um conjunto de problemas físicos (como a hipertensão, problemas cardíacos e obesidade) e mentais (como a depressão, a ansiedade ou as adições).

Podemos não controlar todos os aspectos do nosso trabalho, mas podemos aprender formas de combater o stress no trabalho. Um Psicólogo pode ajudá-lo a identificar as causas do seu stres e a desenvolver formas adequadas de lidar com ele. Se ultimamente, o trabalho o deixa extremamente stressado, procure ajuda.

Solidão

Todos nós já sentimos solidão. Somos seres sociais e, por isso, precisamos do contacto e das relações com os outros para nos sentirmos bem. Quando esta nossa necessidade não é satisfeita, sentimo-nos sós.

Solidão não é sinónimo de estar sozinho. Podemos escolher estar sozinhos e sermos muito felizes. Mas também podemos estar rodeados de pessoas e, mesmo assim, sentirmo-nos sozinhos, sem percebermos porquê.

Podemos sentir-nos sós devido às nossas circunstâncias pessoais (após uma separação ou divórcio, quando o nosso trabalho e compromissos não nos deixam espaço para a vida social, após a reforma ou a vivência de um acontecimento traumático). Mas às vezes o sentimento de solidão é mais profundo, constante, vem de dentro de nós e não desaparece por muitos amigos que tenhamos. Podemos sentir que não existe ninguém na nossa vida com quem possamos partilhar os nossos sentimentos e vivências.

As pessoas que experienciam solidão têm tendência para ter uma baixa auto-estima, dificuldades em dormir e sentirem-se mais stressadas. Às vezes, o sentimento de solidão é tão esmagador que nos pode levar a ter pensamentos suicidas.

Quando nos sentimos sozinhos podemos tentar passar o máximo de tempo possível com outras pessoas ou, pelo contrário, podemos tentar esconder-nos do mundo.

A solidão pode ter um grande impacto na nossa saúde mental: pode contribuir para o desenvolvimento de um problema de saúde mental (como a ansiedade, a depressão ou as adições) e as pessoas que têm um problema de saúde mental podem sentir-se sós (devido ao estigma ou à discriminação, por exemplo).

Se, apesar dos seus esforços, não obtém um contacto social de que precisa e se sente constantemente só, se não consegue resolver a sua solidão sozinho, um Psicólogo pode ajudá-lo a lidar com esse sentimento.

Stress

 

Todos nós já nos sentimos stressados. É normal sentirmos que temos muito com que nos preocupar e demasiadas coisas para fazer, que os outros estão a exigir demasiado de nós ou que temos que lidar com situações sobre as quais não temos grande controlo.

Há situações que nos provocam stress. Normalmente são situações que implicam mudanças ou que não controlamos. Algumas podem ser situações felizes (como casar ou ter um bebé) e outras menos positivas (como a doença de um familiar ou uma mudança de casa). Essas situações podem ser duradouras, como o desemprego, a pobreza, os problemas nas relações próximas ou ter de cuidar de um familiar doente. Mas também podem ser passageiras, como uma tempestade, haver muito trânsito, estarmos constipados ou atrasados para um compromisso.

Quando estamos stressados podemos ter diferentes tipos de reacções, nomeadamente físicas: dor de cabeça, dores musculares, cansaço, dificuldade em dormir, pressão alta, fome ou falta de apetite, indigestão, desmaios, dor no peito. Podemos sentir-nos irritados, agressivos, deprimidos, com medo de falhar, com receio do futuro, sem interesse pelos outros e pela nossa vida e perdermos o nosso sentido de humor. Pode ser mais difícil para nós tomarmos decisões e concentrarmo-nos.

 

Mas nem sempre o stress é mau, até pode ter um lado positivo. Por exemplo, quando temos um trabalho para entregar, o stress pode manter-nos alerta e focados. Mas só é positivo quando dura pouco tempo e depois relaxamos.

Embora o stress não seja uma doença, quando nos sentirmos muito stressados durante longos períodos de tempo, podemos desenvolver problemas de saúde mental, tais como depressão ou ansiedade.

Nesses casos existem diversas estratégias eficazes que podemos utilizar. Quando a nossa vida se transforma num caos e não conseguimos lidar com os nossos problemas, falar com um Psicólogo pode ajudar-nos a pensar e encontrar uma solução.

Auto-Estima

Todos nós temos uma opinião sobre nós próprios. É a forma como nos vemos a nós próprios que está na base da auto-estima e que afecta a forma como nos sentimos relativamente a nós próprios e nos valorizamos.

A auto-estima não é estática nem fixa: as nossas crenças sobre nós próprios podem variar conforme a situação em que nos encontramos e ao longo da nossa vida, à medida que vivemos diferentes experiências.

Quando temos uma boa auto-estima, geralmente, conseguimos ver os nossos pontos positivos e ela pode ajudar-nos a lidar com experiências negativas, como perder o emprego ou terminar uma relação. Sentimo- nos confiantes, não nos culpamos de tudo o que acontece, aceitamos errar e aprender com os erros, confiamos nos outros, cuidamos de nós próprios e conseguimos dizer “não” quando é preciso.

É claro que ninguém está constantemente feliz e satisfeito consigo próprio e ter uma boa auto-estima não significa que somos confiantes em todas as situações. Mas uma boa saúde emocional e uma auto-estima positiva estão associadas à felicidade.

Quando temos uma baixa auto-estima as crenças sobre nós próprios costumam ser negativas. Focamo-nos naquilo que pensamos serem os nossos pontos fracos e nos erros que cometemos. Temos tendência a culpar-nos do que acontece, a desconfiar dos outros, a ter medo de correr riscos e sermos ridicularizados, a deixar os outros tomarem decisões por nós. Não nos sentimos amados e podemos até achar que não merecemos que alguém goste de nós.

Ter uma baixa auto-estima pode interferir com a nossa vida do dia-a-dia, com a nossa capacidade de realizar o nosso potencial, com as nossas relações pessoais (podemos achar que não merecemos ser tratados com amor e respeito, e permitir que os nossos amigos ou parceiros românticos nos maltratem), com a nossa vida social (podemos ser extremamente sensíveis a quaisquer críticas e ficar aborrecidos facilmente, evitando actividades que nos possam expor ao julgamento dos outros), com o nosso trabalho (podemos achar que não somos suficientemente competentes e evitar tarefas ou cargos no nosso local de trabalho).

A baixa auto-estima, por si só, não constitui um problema de saúde mental. Mas ter uma baixa auto- estima pode afectar a nossa saúde mental, uma vez que diminui a nossa capacidade de lidar com as coisas menos boas da vida e, dessa forma, aumenta o risco de desenvolvermos problemas de saúde mental (como as perturbações da alimentação, a depressão ou a fobia social).

Se para além de uma baixa auto-estima, sente muita ansiedade, depressão ou stress, saiba que existem tratamentos eficazes para esses problemas.

Suicídio

Quando vivemos muitas perdas, nos sentimos um fracasso, sobrecarregados por problemas económicos ou familiares, ou mesmo sem sabermos bem porquê, podemos ficar presos na nossa dor e acreditar que não existem soluções para os nossos problemas. Sentimo-nos impotentes para mudar a nossa vida e a ideia de morrer, de suicídio, dá-nos a ilusão de algum conforto e controlo sobre a situação.

Os pensamentos e sentimentos suicidas podem ser aterrorizantes. Quando já não conseguimos ver nenhum propósito ou sentido em continuarmos a viver, os nossos sentimentos podem parecer insuportáveis. Podemos odiar-nos e acreditar que somos inúteis, que não fazemos falta a ninguém e que ninguém gosta e se importa realmente connosco. Podemos sentir raiva, vergonha e culpa.

Muitas vezes isolamo-nos dos outros e é difícil partilhar com a família e os amigos o quão mal nos sentimos. Às vezes nem para nós próprios é assim tão claro que queremos morrer. Podemos sentir-nos indiferentes, confusos ou ter a esperança que alguém nos compreende e nos ajude. Nem sempre pensar sobre suicídio significa que queremos realmente morrer. Muitas pessoas pensam sobre suicídio e a maior parte delas não leva esses pensamentos até ao fim e se mata.

Muitas pessoas experienciam vontade de se suicidar e pensamentos suicidas como parte de um problema de saúde mental ou quando experienciam problemas de saúde física graves e dolorosos. No entanto, existem profissionais de saúde que nos podem ajudar a dar sentido aos nossos sentimentos e a resolver os nossos problemas. Se tem vontade de morrer ou pensa em suicidar-se, procure ajuda.

Luto

A dor e o sofrimento que se seguem à experiência de perder alguém de quem gostamos, um membro da família ou um amigo, são normais. Estes sentimentos podem acontecer imediatamente a seguir à perda de alguém ou nos meses que se seguem ao seu desaparecimento. Não existe uma forma “certa” de fazer o luto e superar a perda de alguém – somos todos diferentes e temos reacções e sentimentos diferentes perante a perda.

Quando nos confrontamos com a morte de alguém podemos ficar em choque e não querermos acreditar que a pessoa morreu realmente; desejar que essa pessoa estivesse presente e pudéssemos tocar-lhe; sentir raiva ou ressentimento por ela nos ter deixado ou culpados, por não termos sido capazes de a salvar ou por continuarmos vivos. Podemos sentir-nos ansiosos face ao futuro sem essa pessoa, estar constantemente a pensar nela, termos dificuldades em dormir e perdermos o apetite.

O luto leva tempo. Podemos ter “altos” e “baixos” nos meses ou anos após a morte de alguém que amamos. No entanto, a maior parte das pessoas conseguem continuar a sua vida enquanto lidam com a dor de perder alguém. As coisas vão-se tornando mais fáceis à medida que o tempo passa, sobretudo após os primeiros seis meses, e gradualmente conseguimos viver mais “tempos bons” do que “tempos difíceis”.

Mas há pessoas que não são capazes de lidar com a dor de perder alguém e, lentamente recomeçar as suas vidas. Para estas pessoas, a dor é intensa e o luto demora mais tempo do que o habitual, interferindo com a sua capacidade de continuar a viver. Podem ter problemas de saúde mental como a depressão, aansiedade ou mesmo pensar em suicídio. Para qualquer um destes problemas existem tratamentos eficazes.

Para além da experiência de perder alguém, existem outras experiências de perda que também nos podem causar muita dor e sofrimento. Por exemplo, separação e divórcio, perda do emprego ou reforma, perda da saúde física e independência, infertilidade ou emigração.

Se já passou muito tempo após a morte de alguém que amava (ou de outra experiência de perda) e não consegue retomar a sua vida quotidiana, procure ajuda.

Fobias

As fobias são medos irracionais. Quando temos uma fobia ficamos ansiosos e com medo perante situações e objectos muito específicos, como por exemplo, aranhas, alturas, espaços cheios de pessoas ou aviões.

O medo é um sentimento normal e positivo perante situações em que existe uma ameaça real. Por exemplo, se estivermos a ser atacados numa situação de assalto o medo vai ajudar-nos a reagir. O medo só se torna uma fobia quando nos sentimos ameaçados, de modo exagerado ou irrealista, perante uma situação ou objecto que não representa uma ameaça. Sabemos que não há razão para tanto medo, mas mesmo assim não conseguimos evitar. Por exemplo, mesmo sabendo que as aranhas não são venenosas e não nos vão morder, isso não reduz a nossa ansiedade.

Quando temos uma fobia podemos dar-nos a muito trabalho para evitar as situações ou os objectos que nos obrigariam a confrontar o nosso medo. Sempre que somos confrontados com essas situações ou objectos ficamos muito ansiosos e podemos até ter um ataque de pânico.

Existem muitos tipos de fobias, desde as mais simples – por exemplo, fobia de cobras, do escuro, de voar, de ir ao dentista ou de ver sangue – às mais complexas – por exemplo, fobia social (sentir-se ansioso na presença de outras pessoas, com medo de ser criticado ou de fazer alguma coisa embaraçosa) ou agorafobia (medo de estar em espaços abertos ou em situações das quais seja difícil escapar ou sejam embaraçosas, por exemplo, ir a um Centro Comercial, viajar de autocarro ou mesmo sair de casa).

As fobias são comuns e podemos sentir que as nossas não são perturbadoras o suficiente para afectar a nossa vida. No entanto, se evitar o objecto/actividade/situação que despoleta a sua fobia interfere com a sua vida quotidiana ou o impede de fazer coisas que deseja (por exemplo, deixar de sair com os amigos, deixar de viajar ou evitar determinados locais), saiba que existem tratamentos eficazes, procure ajuda.

Depressão Pós-Parto

Ter um bebé é, supostamente, um momento de grande felicidade e alegria. No entanto, nem sempre as mães se sentem assim. Muitas mães, durante um período breve, sentem-se emotivas, infelizes e chorosas. Esta situação começa 3 a 10 dias após o parto e afecta muitas mães. É tão comum que é considerada normal. Muitos pais sentem-se também desta forma. Estes “baby blues”duram apenas alguns dias.

No entanto, cerca de 10% a 15% das mães desenvolvem sentimentos depressivos mais profundos e duradouros, conhecidos como Depressão Pós-Parto (DPP). A Depressão Pós-Parto desenvolve-se normalmente nas seis semanas seguintes ao parto e pode aparecer gradualmente ou de repente.

As mães podem sentir-se tristes, inúteis, sem esperança no futuro, cansadas e incapazes, irritadas e zangadas, culpadas e agressivas para com o bebé ou o companheiro. Quando as mães experienciam pensamentos sobre a morte ou fazer mal a si próprias ou ao bebé, podem ficar assustadas e sentir que estão a ficar “malucas” ou a perder o controlo. Podem sentir vergonha e não querer partilhar estes sentimentos com ninguém.

Quanto mais depressa reconhecermos os sintomas de uma Depressão Pós-Parto e encontrarmos tratamento, mais depressa a depressão passará e o sofrimento será menos grave, afectando menos a mãe e o bebé. Existem tratamentos eficazes para a Depressão Pós-Parto. Procure ajuda aqui.

Mais informações sobre a DPP em: https://www.maemequer.pt/a-vida-com-o-seu-bebe/pos-parto/corpo-e-mente/a-realidade-da-depressao-pos-parto/